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Transcript [EN]: CNU 2025: Bloco 5 | Semana Decisiva: Eixo Temático 1 com Bruno Eduardo

Author:Gran Cursos Online

Summary

Bruno Eduardo conduz uma sessão de revisão focada no bloco 5 da Semana Decisiva, abordando planejamento estratégico, seus componentes (missão, visão, valores), diagnósticos, análise ambiental (SWOT, PESTEL), e níveis estratégico, tático e operacional. Ele enfatiza o uso de PDCA, análise de cenários, e ferramentas como Porter, as forças de Porter, gestão por competências e avaliação de desempenho, com exemplos relacionados a órgãos públicos. O vídeo também oferece dicas sobre como estudar (PDF vs. livro), e comenta questões típicas da FGV, destacando armadilhas comuns e a importância de leitura atenta dos enunciados. Além disso, o apresentador interage com alunos, responde a perguntas, e anuncia materiais, recursos no YouTube e próximas sessões de treino e revisão.

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เฮ [Música] [Música] Fala pessoal, boa noite para todo mundo aí que já está nos acompanhando, né? Já está aí aguardando. Deixa eu ver a moçada aqui, ó. A gente tem ali a Edivânia, a Graça também, a Imê, que mais? Nadia, Artur, Tatiana, Juliana nos dando suporte também. o Lucas aí nos bastidores também acompanhando a nossa gravação hoje. Então, show de bola, bacana, bacana. Ó, todo mundo preparado, né? Então, vamos lá, né, Tatiana? Como é que tá? Eu queria perguntar para vocês também como é que tá a ansiedade. A provinha tá chegando, sempre aquela preocupação, né? A questão da FGV, meu Deus do céu, como é que vai ser essa FGV? Ela vai vir lascando, ela vai vir de boa, né? Então, como é que é isso, né? Ó, a galera tá ali, ó. Marília Ivaníia também. Ana Paula Benezé agora tá subindo rapidinha, não consigo ler tão rápido assim não, gente. Carla Cláudia, Marlene Mundo da Brendinha, show de bola. Joar, Juliana, Jailan Carla, é, é Benzé, acho que eu já falei, né? E Eliene. Então, todo mundo ali, né, falando, ó. Então, deixa eu ver aqui, ó. Fiado, ansiedade, né? Alta, né? Alta ansiedade. Muita ansiedade. Que isso? Não, vamos ficar tranquilo. Então, beleza. Ó, Vanisa tá no, tá me acompanhando aí o dia inteiro, né? que a gente tá, eu programei um monte de resolução de exercício, então é hoje o dia inteiro vocês estão comigo, né? Aproveitando que hoje me liberaram o tribunal mais cedo, na verdade fizeram hoje tá tendo posse lá, né? Então a gente é liberado mais cedo, a gente investe nossos horários. Bacana. Já entregou para Deus, né? Vai fazer o que puder. Não, Tatiana, tu vai fazer é tudo, mulher. Tu vai fazer questãozinha lá é tudo, rapaz. Por quê? Porque a gente chegou aqui, ó. Vamos, vamos. Já cliquei o negócio já foi, rapaz. negócio que é acelerado. Mas beleza, beleza. Vamos lá, né? Vamos paraa nossa semana decisiva. É muita coisa. É muita coisa. Eu diria assim, cara, 1 hora, não é nem 1 hora, né? 50 minutos. 50 minutos é muito, é muito pouco. Muito pouco. Ah, Lauziane ali perguntando se teve aula mais cedo. É, Lauziane, eu programei aí no meu canal, tá? No meu canal eu fiz a programação, tá? Semana toda, toda hora vai saindo um videozinho lá que é de programação, né? Ainda falta programar mais um pouquinho, mas é do outro do outro eixo, do outro eixo, do eixo dois. Então a semana toda tá tendo ali, ó. Você tem que me seguir lá no YouTube também, viu? Procura, procura aí @profbrunoardo, tudo junto ali, você me acha. E aí vamos junto, né? Vamos junto, gente. Vamos lá. Tomara que não seja cheia de questões extensas. Não, não vai ser não. Nossos temas aqui é bem tranquilinho, tá? Bem assim, bem su ali, bem bacana. Vamos começar aqui, vamos falar uma revisãozinha, né? Vamos pegar, fazer o famoso bif, né? Bif não, professor, é briefing, é os pel chique aí fica falando inglês. Fazer aquela breve introduçãozinha, né? A gente tem a questão do planejamento estratégico. Planejamento estratégico, eu sempre falo assim para vocês, ó, é aquele planejamento a nível organizacional, é para toda a organização, totalidade, porque se for eh departamental é o tático, se for operação, tarefa, cotidiano, é o operacional. Então, nesse caso, a gente tem que pegar, ficar bem ali antenado a essas palavrinhas, tá? O planejamento estratégico, a gestão estratégica, a gestão já é como conduzir, né? E aí, nesse caso, a gente vai associar assim, ó, toda a organização. Toda a organização. Perfeito. É um é um planejamento ali de incerteza. Então, cadê, cadê incerteza, rapaz? Tinha visto aqui agorinha, ó. É tentar reduzir incerteza. Por que é inseto, professor? Imagina você fazer um planejamento de longo prazo para organização. Perfeito. Paraa organização inteira. Paraa organização inteira. Aí como é que você vai fazer esse planejamento? Você não sabe. E ainda vai lidar com a incerteza no ambiente externo, porque esse esse planejamento ele lida com o ambiente externo, né? Então, nesse caso é bem assim, é difícil, é difícil. E o plano, né? O plano traz a essência ali com a eficácia, né? que ele vai definir objetivos, vai trazer ali para atingir metas, objetivos, né? Vai trazer ali os meios também. Então isso é a nossa nosso planejamento estratégico. Princípios, né, que a gente vai tendo, a participação, porque a gente tem ferramentas como balanço de quaricard, então falou participação, posso associar o balanço quaricard, tá certo? que é um processo participativo na elaboração do plano. A continuidade é um princípio do planejamento permanente, a continuidade e a flexibilidade, tá? Então a gente vai adaptando, vai se adequando conforme a necessidade. Então de fato a gente tem esse planejamento adaptativo, né? A integração. Por quê? Porque ela é para toda a organização, ele é sistêmica, ele integra ali todo mundo. E aí a gente vai ter as etapas, né? De uma forma bem geral, de uma forma geral, nós vamos realizar um diagnóstico. Diagnosticou, faz uma análise. Esse diagnóstico a gente pode usar uma análise SWAT, tá? Ou então análise de cenários também. Perfeito. Então a gente pode estar utilizando esses recursos. Aí vamos formular o plano, o plano, né? Elaborar o plano, implementar, que aí vai ser pra parte mais de execução, até fazer a avaliação e o controle. Perfeito. Então essa é a ideia ali da do quê? Da do processo. Esse aqui é o processo, tá? Isso que é o processo ali. E aí os níveis que nem eu falei para vocês, ó. Estratégico, ele vai trabalhar com os elementos. Os elementos e a missão que é a razão de ser, a visão onde eu quero chegar, os valores. Eu imagino que virá uma questãozinha, rapaz. Ó, ó, ó, ó. Pai Bruno, prevendo aqui o futuro. Pai Bruno, é porque prever futuro deve ser o pai Bruno aqui, ó. Gente, vamos lá. Ou então mãe de, né? Porque mãe de que também prevê o futuro, né? Gente, vamos prever uma questãozinha, uma questão que vai pedir os elementos estratégicos que vai trazer ali para você identificar uma missão, visão, valores, alguma coisa, missão onde tu quer chegar, se tiver ali referência, essa coisa, ô, missão não, missão razão de você. Ô meu Deus do céu, já tava, eu tava com a visão na cabeça. Apaga. Apaga a missão. A missão é razão de ser. Razão de ser. É porque eu tava com a avisão na cabeça, rapaz. Eu pensei em um, falei outro. Missão razão de ser, tá? Visão onde se quer, onde quer chegar, onde se deseja chegar, tá bom? E aí, nesse caso, a, a FGV, ela gosta de misturar, ela pede para vocês identificarem e aí gosta de misturar. Tipo assim, a ela pega a referência, né, onde se deseja chegar e coloca princípio e coloca princípio que são valor, né, são os valores. Então, muito antenado com isso, porque eu já estou prevendo uma questãozinha dessa, né? Ó, a Tatiana ali tá loiro, né? Agora que percebi. Ah, ah, porque eu falei ali, não, eu tô loiro, não tô loiro não. Eita, rapaz, tô loiro nada, rapaz. Eu tô é com a cabeça descascando aqui que eu tava brincando com a com a minha filha na piscina. Minha filha já tá mergulhando, tá usando cilindro, já tá virando mergulhadora. Eu falei que ela só vai ganhar caveirinha de mergulhador quando ela tiver, fizer ali a o curso, né? Mas ela já tá ansiosa ali. E aqui tá tudo cheio de esfarelando e tem um cromaq aqui atrás, por isso que fica a cabecinha meia verde ali, meia amarela, sei lá. É assim, é uma pessoa de Rondônia também, Rute ali. Show de bola. Então vamos lá. PDCA pode ser usado no planejamento. É, benezé. Não só pode como deve, tá? justamente porque se eu for pegar a questão do planejamento, ele é cíclico. Ele é cíclico porque a partir do controle eu revejo o plano. E o que que é o PDCA? Planejar. Planejar. Aí vem executar, vem avaliar, né? Verificar ali e agir para corrigir. Então PDCA é cíclico. O plan, o processo, né? Ele é cíclico também que a gente vai retroalimentando. A gente vai fazendo o quê? A gente vai pegando ali, vai adaptando. Então, posso utilizar também o PDCA lá na como é que se diz? No planejamento. Ó, grande Márcio também. Valeu, ó. Grande professor Darlin. Al, tranquilo, tranquilo. Então, vamos lá, ó, pegando aqui os conceitos, né? Então, missão, visão são os elementos. Imagina, eu tenho quase certeza, gente. Vai ser a questão de número 53. 53. Professor, só tem 30 questões, sei lá. Vai ser a questão lá, vai tá lá, vai tá falando de missão, visão, valor. Pode ter certeza. A FGV gosta desses trem aqui. Aí a gente tem um plano tático. O plano tático ele é intermediário. Ele vai pegar os departamentos em si, tá? Especialidades. Então vai ficar nisso, ó. Médio prazo, especialidade, tá? Áreas específicas. E o operacional, gente, tarefa. Pensa na tarefinha ali do dia a dia, tá? Coisa de curto prazo, tá bom? Show de bola. Show de bola. Eh, Renivan ali falando o quê? Cadê? Eh, boa noite, professor e a todos. Bora, vamos todo mundo ser aprovado. Todo mundo ser aprovado. Boa noite também. Falar de gestão de processo. Vai dar até, a gente vai tentar fazer de tudo aqui. Beleza, vamos simbora. E o material? Ih, Carla, daqui a pouco eu libero material. Meu Deus do céu, acabei de aar. O professor Bruno, ele é enrolado com esses material, rapaz. Seis não, vocês não então para Vamos lá. Deixa eu pegar o briefingzinho aqui, ó. Missão tem a ver com o caráter estratégico, elemento, tá? E a razão de ser. Então você vai assim, ó. Missão, razão de ser. Visão, visão de futuro, onde quer chegar, normalmente tornasse algo, né? Referência e valor são princípios, tá? Então, nesse caso aqui, ó, gente, fica antenadinho com isso aí que vai cair. Vai cair com certeza. Ó, SUAT. SUAT não é SUAT não, viu, gente? Não é SUAT com esse cara lá da polícia, não é SUAT. A gente vai avaliar as forças e fraquezas internas, ambiente controlável, que é interno, e oportunidade, ameaça externa, ambiente não controlável. Não controlável, tá? Então, lembra que em ambiente externo é não controlável. Eh, pestel, professor, não é é não é peste não, viu, gente? Nem pastel. Ah, professor, mas tem tudo a ver com pastel. É, na na sigla a gente coloca pestal para não confundir com pastel, mas também pastel, né? a gente vai avaliar a política, a gente vai avaliar o ambiente, por isso lá, né? O ambiente, a economia, o aspecto social, a tecnologia e a parte legal, tá? Então, nesse caso também análise pestel tem que ficar antenada ali. As gente, isso aqui eles gostam, tá? as forças de porter, os cara gosta também, a questão da entrada, né, da da do item no mesmo da competição, entrada ali de novos concorrentes, né, que mais a barganha do fornecedor, barganha do do cliente. Eh, que mais? E tem que ficar antenado com as forças de porta e das estratégias genéricas também, que aí é foco, diferenciação, né, custo. Então, fica antenado com isso daí e análise de cenários, né? Beleza, professor. É melhor estudar por questões ou por PDF? Cara, mas que pergunta, Bruno. Vamos lá, cara. Assim, a perguntinha depende, é relativo, viu? Eu gosto de, eu gosto de ler, eu gosto de livro, tá? Eu gosto de livro. Eh, PDF também, às vezes um resumo ali, uma coisa mais didática, né? Mas eu sou do tipo que gosta de livro e escrever. Então, eu sou desse tipo. Aí a questão eu vou depois pras questões, né? pego as questões, faço as questões, vejo a abordagem e aí depois vou de uma forma direta. Mas tem que ter a base, né? Tem que ter a base. O PDF normalmente vai ser sua base para leitura, tudo. Então, os dois, os dois. Vamos lá. Métodos modernos. É um balanço quaricáde. As perspectivas, então vamos ficar antenado lá. Financeiro, processo interno, aprendizado de crescimento, eh, que mais? O cliente, né? Na administração pública tem que ter adaptação. Ou objectives and key results, né? Ou seja, são os objetivos e os resultados chaves pra gente definir os desdobramentos ali da estratégia, né, de objetivo. Aí depois a gente vai desdobrando para os programas, para as iniciativas. Então tem que ficar antenado com tudo isso aí, tá? Ah, que mais? PDCA 5 5W2H. O que? Quando? Quem? Quem? Por quando? Quando? Aquelas coisas tudo, né? São as sete perguntinhas. O que? Por como? Quem? Onde? Quando, quanto custa, né? Então, a gente vai respondendo as perguntinhas. A Guti, a Guti, a FGV gosta de misturar GT com uma outra ferramenta. Então é muito comum eh SWAT Gut também é bem previsível, tá? Pegadinhas, não confundir emissão com visão, meta ali com indicador, então bem pegar ali bem esse esses esses visu ali, né? Deixa eu ver ali. La zen mandou. Alguém de você conseguiu ter acesso à aula do do Escley? Aí eu não sei, mas se tiver deve tá na na parte ali da da programação de ontem, viu? Aí vê lá a Juliana, talvez acho que dá um suporte aí para vocês. Vamos ver a questãozinha. Vamos simbora agora. Agora vamos pegar só questãozinha. Eh, olha ali a Juliete falando, né? Ela já gosta de videoaula, PDF, questões, mapa mental, resumo, telepatia, oração, pen drive, conectado na cabeça, é tudo junto e misturado. Meu Deus do céu, rapaz. É tipo, eu aqui eu tô no tô no meu estúdio, né? Aí ali tem um estante cheio de livro. Aí tu vai pegar ali, por exemplo, planejamento estratégico. Deve ter uns 20 livros que fala só de planejamento estratégico. Na hora que eu vou estudar, revisar, coloco tudo na mesa e vamos lá, né? Mas vamos lá, vamos pra questãozinha aqui, ó. Os conceitos de missão, de visão de valores integram o referencial estratégico de qualquer organização, orientando sua identidade institucional e sua atuação perante a sociedade. Com base nisso, assinale alternativo que melhor representa o exemplo de missão. Missão razão de ser. Então, por que que eu existo? Ó, ser referência. referência a visão, visão, fomento em educação, eh, direitos humanos, por meio da inovação, eficiência, transparência, ele traz o que que ele faz? Ele vai fomentar a educação em direitos humanos por meio da tal, tal, tal. Esse aqui, ó, gente, tá? Ele ele traca taca para cá por meio disso, inovação, eficiência, transparência, setor público. Eu tenho três princípios, três princípios, mas ele diz que que ele faz. Ele fomenta a educação em direito, tal, tal, tal. Então, misturinha aqui, missão com valores, mas missão não é, tá? Missão propriamente não. Então ele traz o fomento que assim eu faço fomento em direitos humanos por meio da inovação, eficiência. Então ele jogou mais pros valores, tá? N sentar uma misturinha aqui, tá? mistura. E outra coisa, né, Defensoria Pública do Estado, Defensoria Pública do Estado, área na educação, né? Então também tem que casar com isso. Ah, professor, mas o CNU, o CNU é para um monte de concurso ali, um monte de de órgão público ali. Então você tem que associar até o exemplo lá do enunciado, Defensoria Pública. Aí o cara vai colocar assim: "Fomentar a educação." Fomentar a educação enquanto secretaria de de educação, rapaz. Vamos lá. Priorização da solução e da atuação extrajudicial em detrimento dos impasses. Aí o cara joga um detrimento aqui, ó. Consolidas como referência, gente. Referência é visão. Visão. Então agora, ó, garantir de forma humanizada o acesso à justiça, ó. Defensoria Pública, acesso à justiça, defesa dos direitos fundamentais da população vulnerável e suficiente, promovendo igualdade, inclusão por meio da, ó, prestação de assistência jurídica. É essa essência de uma defensoria pública, prestar assistência jurídica integral e gratuita, não é isso? Então aqui a gente fica ali. Essa questãozinha, ela já foi muito abordada ali, né? a gente já fez bastante também, mas é para você ter ideia eh como é que eu vou linkar o enunciado com a questão. O enunciado ele coloca missão da DPE, no caso foi Defensoria Pública, né? Mas ele pega Defensoria Pública, ele joga uma coisa aqui de educação, ele joga ali uma atuação extrajudicial em detrimento, né? E depois ele pega, ó, ele joga duas vezes visão porque referência aqui, referência aqui. Então vai pegando texto ali aleatório, vai vir uma questão mais ou menos isso para você identificar, beleza? Então já fica esse bizu aí para vocês, ó. Agora, planejamento da estratégia processo de definir a direção, os objetivos de uma organização no longo prazo, analisando o ambiente interno, externo. Taca ali uma su aqui, ó. Tá sot ali identificando oportunidade, ameaça, estabelecendo ações estratégicas para alcançar vantagem competitiva e garantir a sustentabilidade, o crescimento da organização ao longo do tempo. Assinale a opção que descreve corretamente uma atividade básica no planejamento estratégico. Então vamos ver, ó. Formulação de estratégia tem a ver consistente em decisões abrangentes, que é visão macro. Que que é macro, professor? É uma visão organizacional abrangente e envolve um ambiente interno e externo, tá? Por isso que é abrangente, impactando o futuro da organização, construindo horizonte de longo prazo. Já matou a questão. Já matou a questão. Letra A. Matou a questão aqui, tin, né? Então, nesse caso, letra A já fechou aqui. Deixa eu ver ali como é que tá os bate-papo. Parece a aquela outra lá, né? Eh, visão do MGI, ó, Tatiana tá antenada, viu? Tatiana tá antenada. Ó, visão da MGI, atuar como liderança, transformação do Estado. Eh, mas ele tá trazendo a liderança e a transformação do Estado, tá? Isso. A visão atuar é, cara, eu teria que ver lá. Tem qualquer missão? Já que Tatiana, já que você trouxe aí, aí eu vou te pedir um favor, então traz pra gente aí, ó, já que você deve tá antenada aí, qual que é a missão, a visão e os valores. Você consegue jogar para nós aí? Aí eu fique agora fiquei em dúvida, né? E deixa eu ver que tinha um outro ali, alguém falou, Lauzi também consegui acessar a aula. Ah, tinha uma questão do link, né? Beleza. Bom, nessa questão a gente já matou a questão, tá? A gente já matou a questãozinha aqui. Aqui tá tranquilo. Eh, que mais? Quando ele fala análise ambiental, ele fala análise ambiental. Aí eu vou tacar uma SWAT e coloca apenas condições internas. É interno e externo. É interno, externo. Eh, ignorou o fator externo, né? Que mais? Análise organização. Organizacional exclusivamente tecnologia. Quando a gente fala tecnologia, a gente tá usando a Pestel, mas a gente também considera força e fraqueza, né? E análise ambiental, análise organizacional. São atividades inter, gente, tem que ter assim, ó, interdependente, tá? Não, independente, é inter. Professor, qual que é a diferença? Eu confuso, eu confundo muitas vezes, né? Interdependente é integrado. É integrado. Independente é isolado. Então tem que tomar muito cuidado. Ó, missão do MGI, ampliar e qualificar a gestão de serviço e as políticas governamentais e a visão atuar como liderança e da transformação. Então, quer ser referência na liderança da transformação. É porque normalmente a gente coloca ser referência e liderança, né? E aqui confunde, ó, confunde os valores, colaboração, democracia, diversidade. Aí princípio, princípio é mais tranquilo. Obrigadão, Tatiana. Ó, mas de fato, ó, quando você pega aqui, eh, quer ver, ó, deixa eu subir aqui no você tem assim, ó, visão atuar como liderança na transformação do Estado. Então, ele quer se tornar referência na liderança transformadora do Estado. É a mesma coisa, tipo assim, só aqui com outra palavra, né? Eh, de fato, não parece, mas quando você pega a missão, ampliar e qualificar a gestão, então, voltada paraa gestão e ele quer se tornar uma referência em liderança. Show de bola, hein? Caramba, de fato, essa aí dá para confundir. Dá para confundir. Ele quer ser referência, é porque a referência em se tornar líder. Ah, entendeu? Então, trazendo ali algo mesmo de futuro, atuar como tá uma coisa bem eh é porque a missão, a missão é referência, eu quero ser algo, a missão eu faço, então faço algo, mas rapaz é bom que já vai que cai, né? Vai que cai uma dessa aí, gente. Essa daqui ficou tranquilo, ó. E outra aqui apenas também, né? Eh, planejamento estratégico é composto apenas pela formulação, aí sem fazer análise ambiental. Aí matou a questão, né? matou a questão. Beleza? Então aqui, ó, a gente fica com a alternativa letra A. Eh, essa daqui bem tranquila, bem tranquilo, ó. Tático, operacional, estratégico. Aí você tem, olha só, a palavrinha mágica, ó, curto prazo, longo prazo, médio prazo. É a questão tão besta. Ah, professor, mas para mim vai cair uma questão besta. Eu torço para que não. Eu torço para que não. Por quê? Porque todo mundo ganha. Todo mundo ganha, professor. Mas eu também quero ganhar. Ah, então tem que cair uma bestinha assim dessa, né? Ah, professor, mas eu errei essa. É, carambu errei. Eu fiz ela, eu errei. Foi falta de atenção, minha gente. Foi falta de atenção. Então, olha lá, quando ele fala tático, tático é médio. Opa, cadê minha caneta, velho? Tático é médio prazo. Longo prazo é estratégico, curto prazo é operacional. Então, nesse caso, a gente tem o quê, ó? Não sei nem qual que é a sequência ali. Um é tático. É, então é 1 C. 1 C. Cadê o operacional? É 2. 2A. 2A, né? 2A. E o 3 não é 3B. 3B que é o estratégico. Para até me perdi ali, ó. Mas é isso mesmo, né? É. Tá. É um que é o tático. Tático tá lá no C, fechou. O dois que é o operacional tá no A. Fechou? Então é isso aí a nossa sequência. Um C 2A. Cadê? É por causa aqui. Letra C. Beleza, tranquila essa daí. Tranquila essa que nem eu falo, né, gente? Essa. Oxe, rapaz, você aqui, ó. Aí ficou aqui, ó. Letra C. Eh, o que que eu digo? Será que a formatação às vezes passa batido, viu, gente? Eh, a letra não é lá em cima, né? O C aqui embaixo. Mas que eu tava falando, né? Eh, às vezes tem uma questãozinha dessa, uma questãozinha dessa ali que vem trazendo bem simples e a gente peca muitas vezes pela simplicidade, tá? Então você pega ler rápido, não dá o valor e aí consegue ali às vezes eliminar, né? Questão C, ó, letra C aqui. Beleza, show de bola. Show de bola. Gestão de pessoas. Eita lasqueira agora, professor. Esse trem aí, rapaz. E tem tempo que eu não estudo gestão de pessoas. Eu tive que pegar meus livros ali, né? Deixa eu pegar meus livrinhos ali. E o ruim que eu tenho uns livrinhos que é muita tradução também, né? Tem uns teórico do dos states, né? Os trem assim bem legal. Mas é legal. É legal. Aí a gente tem a essência, né, gente? a essência lá da da teoria base, teoria científica, teoria clássica, eh burocrática. Então, a gente vai pegar aqui, ó, uma administração de pessoal com foco burocrático, industrial, produção massificada, tá? Aí a gente tem ali a unidade de contratação, essas coisas tudo. Aí vem o RH, né? O recurso humano. Então vamos transformar em recurso humano, né? Até vir a gestão de pessoas uma visão mais estratégica. Então, a gente tem eh nos últimos anos, né, nos últimos concursos, ele vai cobrando de fato essa essência. Eh, e é interessante porque eu vou vou fazer como se fosse um compartilhado com vocês, né? A minha a minha formação, eu peguei toda a evolução da administração. Então falo, gente, o gestão de pessoa lá atrás era unidade contratar e mandar embora básica. Aí depois não, recurso humano, então eh fazer desempenho, aquela coisa toda, até ter um alinhamento, organização em pessoas. Então como se fosse a evolução natural da da administração quando a gente estuda, tá? Às vezes o assunto é fácil, mas a banca escreve difícil e a gente confunde. Exatamente, Juliete. É isso é que mata. E a FGV adora fazer esse trem, né? A função de gestão de pessoa, a função é o quê? Agregar, que é atrair, né? Então, trazer ali atração, atratividade, recrutamento, né? Seleção. Aí vai ter aplicação que é treinar, avaliar, a recompensa, né? Que é estudo de cargos e salários, benefícios, o desenvolvimento, envolvendo também a qualificação, né? Gestão por competências, que mais? clima e cultura, o clima, aquela relação de pessoas e a cultura é um aspecto mais organizacional e o monitoramento é avaliação e desempenho. Professor, gestão de recurso humano e gestão de pessoas, qual que é a diferença? tenta pensar assim, ó, Lausen, eh, quando a gente fala gestão de pessoas, que aí vai ser o o assim, o mais hoje, mais atual, é quando a gente traz o alinhamento da pessoa junto com a organização. Então, a gente traz esse alinhamento. Então, uma visão mais estratégica. Tanto é que a gestão de pessoas ela é feita por toda a administração, porque toda administração tem pessoa. Então não é uma coisa isolada no RH, na gestão de recurso humano. A gestão de recurso humano, essa gestão fica mais isolada no recurso humano, onde ele vai trazer ali ação de treinamento, capacitação, tudo, mas não tem esse alinhamento estratégico organizacional. É mais como se fosse assim, contratar, fazer o desenvolvimento da pessoa, tudo. Então estou gerindo só o recurso humano. Quando você fala pessoa, é porque pessoa tá na na administração inteira. Na administração inteira, então tá nesse sentido. Ou quando acerta aquela difícil ali, recurso, é que não precisa, não dá. É, é porque a gestão de pessoas eu tenho alinhamento com a organização. Por isso que a gestão de competência eu tenho as competências organizacionais e pessoais, individuais. Perfeito. Então é nesse alinhamento. Isso é uma gestão de pessoas. É igual o prescindio ali, eludi. Ah, o eludir ali do Exatamente. Tem que tomar cuidado com isso aí. Então, ó, eh, cobrar ali evolução, essas coisas, né? Recrutamento, gente, recrutamento interno, externo. Vocês estão passando por um processo de recrutamento externo. Vocês é, serão sangue novo, rapaz. Sangue novo na organização. Sangue novo é bom. Sangue novo vem motivado, vem ali cheio de gás. Mas o sangue novo eu não conheço, rapaz. É, pode ser um doido. Pode ser um doido que chega na administração e fala: "Não bebo café". Falei: "É doido, rapaz". Chega aqui, chegou aqui, não bebe café não. Eu sou light, bebo chá. É doido, rapaz. Vai reprovar estágio probatório, reprovar. Chegar lá falar que não bebe café é doido mesmo. Recrutamento interno. A gente aproveita já o pessoal de dentro. Perfeito. Pessoal de dentro, por exemplo, a a lá no STM, né? Que quem fez a STM lá tá doido para tomar posse, né? Daí já vai para dar trabalho ainda esse estranho. Meu Deus. Mas vamos lá. Aí a galera doido para tomar posse, né? Eu falei: "Gente, antes de vocês, primeiro vai abs aqui, ó, tem vaga aqui, tem vaga ali. Quem quer ir? Recrutamento interno. Só que os doidos já se conhece. Os dois já se conhecem tudinho. A gente já sabe os dois tudo ali. Esse gosta de café, esse gosta de café com leite, Deus me livre. Esse gosta de colocar açúcar no café, Deus me livre. A gente já conhece todo mundo. Os conflitos continua lá, continua, tá? Mas é bom que motiva, pô. Vou eu vou para uma unidade legal, tal. Bacana. Dá aquela motivação interna, tá? Então isso é recrutamento interno e externo. Perfeito. Então é é nesse, ó. Queria o Renata, né? Lacerda. É o empolgado em É, rapaz. É um doido ali que às vezes a gente não conhece, né? A gente não conhece. Beleza, então. Eh, então não fala isso não, profe. Eu adoro o chá. Eita, Ana Paula, ainda bem que você tá me falando de conhecimento, de habilidade e de atitude da gestão de competência que envolve as competências organizacionais aliada as competências individuais. Não é isso? Você tá falando desse chá, né? Desse chá de aí chega lá no bebe café. Eita lá caira. Gestão desempenho, gente. Tudo que for de avaliação desempenho. Tudo que for de avaliação desempenho, tá? Vai pegar incidente crítico 360º. Cuidado com com pesquisa de campo, tá? Misturando os dois. A a FGV não tem hábito de 90, 180, não, tá? Mas tem que ficar lá, tem que saber identificar esses trem tudo lá, viu? Sistema de recompensas, né? Finanças ali que a gente vai ter gestão de ah, o gestão ali de cargos e salários também. Aí você vai trazer tanto financeira como não financeira e o concurso, né? O concurso ali explorando isso. Então, concurso interno, concurso externo, tudo mais. Clima, clima é local, tá? Clima é local. Por exemplo, hoje teve um cafezinho da manhã lá, pessoal me chamou, não me avisaram, rapaz, não me avisaram que hoje a gente foi trabalhar de manhã, tava lá 10 das 8 da manhã, aí já tava lá trabalhando às 7:50 lá, o pessoal, Bruno, a gente fez um cafezinho aqui, vem comer. Opa, vamos lá. Cafezinho, tudo legal, bacana. Isso é um clima, é um clima do do setor, clima assim bem legal. Mas a cultura não, a cultura é aquela coisa assim da organização que tem o quê? Tem os artefatos que é visível, tem o o os valores compartilhados, tem os pressupostos básicos lá mais profundinho. Então tem atenção com iso aí, tá? Então os valores, as crenças, rituais, símbolos. Beleza? Que mais? A a Jéssica Alinha, ainda bem que o órgão público tem as copas, sempre com cafezinho frio, que é cafezinho ali, tá de boa. Que mais? Então, liderança. Aí você tem que tomar cuidado lá com a a o líder nato, né? que é, caramba, agora fugiu. Qual, qual que é o líder, o traço de liderança, o cara já nasce líder, tem o traço a democrático, liberal, então cada um ali tendo a a sua atuação, né? E as teorias da motivação, gente, por exemplo, chegou na provinha, chegou na provinha qualquer, aí você não sabe que é Masl, professor, que é Masl, meu Deus do céu, gente. Necessidade básica e fisiológica é de beber café em segurança com os coleguinhas de trabalho, fazendo aquele negócio social, perfeito. daqui a pouco pensando no crescimento interno que é estima, para depois tirar férias e mandar as fotos lá que o professor também fica publicando aquelas fotos inve invejando vocês, né? Aí vocês vão lá, aquelas fotos lá, as pedrem uma em cima da outra lá, as coisas da tríca na pedra para em outro país lá, né? Tr assim, aí vocês fica lá auto a autorrealização. Então tem que saber lá, né? Tem que saber necessidadeológica, segurança social, estima e autorrealização. Tem que saber. Eita, rapaz. Esber, eu sempre confundo ele. Sempre confundo ele. Aí, professor, como é que você parou de confundir o ESB? Porque ele começa com H. Higiênico, fatores higiênicos. Então você já vai lá, né? Fator higiênico. Higiênico é contexto, conteúdo, motivação. É porque eu fiquei, eu sempre misturava Esber com MC Gregor, M Gregor, né? Difícil sempre Gregor. Aí eu sempre confundia lá com com McGregor, né? Aí McGregor é o XY, né? É os doidinhos lá. O Y, gente, o Y acorda cantando feliz da vida, querendo trabalhar. É doido. Eu acordo é com sono. Eu, eu sou X. Eu sou X. Sou da teoria X, que é nascendo na década de 70, tá? Então, sou da teoria X, tá? E no estudo ali eu acordo com sono. Acordo com sono. Preciso de café. Perfeito. Então, ó, da expectância também, tá? Então, tem que saber todo mundo. Mas Greg é o rap, né? Então, beleza. Ó, a galera já tá fera aí. V da expectativa, né? Expectância. Então, legal. Tem a Men também, eu falo MCEN é a teoria feminina, né? Poder, filiação, excelência, né? Então, legal, ó. Afiliação, poder, realização. Cara, tem gente, tem coisa para caramba aqui. Então, ó, fica antenado tudo isso aí, viu? Vamos lá. A escola das, ó, escola das relações humanas. Então, ele tá lá no relacionamento, gente. Lá no relacionamento. Quando o cara fala assim, escola da relação humana, quem que eu tô lembrando de Ao? pai das relações humanas, teoria da relação humana, né? Então, a minha cabeça já foi lá para automaio. É um dos principais marcos na evolução do pensamento administrativo. Essa escola, entre outras contribuições relevantes, destacou a importância da organização informal. Gente, aí falou informal. Informal é a interação espontânea das pessoas. Por isso a relação humana, interação das pessoas para produtividade e funcionamento das estruturas organizacionais formais. No entanto, a escola também foi algo de crítica, sem nem nada é perfeito, né? Eh, de autores e pesquisadores diversos que levaram a sua superação e a novos desenvolvimentos do campo da da administração. Entre as principais críticas, vamos lá. Correlação simplista entre satisfação e produtividade do trabalhador. Certo? Certinho. Hoje, professor, mas por que que foi simples, gente? El Tomá foi o teste da luz, gente. O cara foi o teste da luz. Ele falou assim, ó, eh, o ambiente que a luz tá falhando tem produtividade até maior do que o ambiente que tem a luz funcionando, né? Aí tudo, mas tem um horário ali que a galera ficou com sono, que é o horário do que o sol põe, né? Aí isso ele não soube explicar na época. Ah, é o qu? Hormônio do sono, né? Aí que mais ele fez os testes ali, trabalho de equipe, a relação humana, um ajudando o outro. Então ele meio que fez um um aspecto simplista e só depois, só depois lá na teoria do do comportamento, né? da teoria comportamental que vem o aspecto psicológico do trem. Aí, professor, e antes não tinha nada não, tá? O pessoal tava nem aí para as pessoas, então a pessoa era máquina, pessoa era máquina. Então, na escola das relações humanas ele fez a abordagem do relacionamento social, mas falou: "Mas tem um doidinho lá, o doidinho também tem que ver lá. Tem tem doidinho que gosta de de de estima, né, de crescimento ali próprio social, que é mais poder, excelência". Então, aspecto psicológico, aí vai surgindo um monte de teórico, mas a escola das relações humanas a base, tá? Então, nesse caso, o que que ele traz aqui pra gente, ó? Essa relação de fato o quê? Simplista. Isso é uma crítica. Caráter ideológico a favor do trabalhador contra, meu Deus do céu, contra a administração. Depende da pessoa para trabalhar, rapaz. A ênfase teórica, a falta de empirismo das pesquisas realizadas. Isso é na teoria, as teorias anteriores, porque uma uma das críticas da teoria científica é porque ela não tem comprovação científica. Oxe, professor, como é que é isso? É, é até uma estrência legal na administração, viu, gente? A a as críticas, né? Por exemplo, a teoria científica não foi comprovada cientificamente por eh Taylor. A teoria da hierarquia de Maslow não foi comprovada cientificamente por Maslow. Cara, tem uns doido assim, né? Os caras vai lá, traz a teoria, mas não comprova a teoria. É doido, rapaz. Só na administração tem isso. Então, empirismo é coisa antes, tá? Eh, depois a visão funcionalista contida no conceito homem complexo, rapaz. O homem complexo é é cotidial de hoje, tá? O homem o o ser humano é complexo, rapaz. Ele se motiva com sol, com a natureza, com chá. Cadê? Cadê a a Tatiana? A Tatiana vai preferir um chá. É, o ser humano é complexo. O ser humano é complexo. Isso é a coisa mais contemporânea, tá? O pressuposto de que a satisfação do trabalhador está diretamente relacionada ao seu nível de remuneração. Isso aí é o homem econômico. O homem econômico lá da teoria de Taylor, tá? Que o homem se motivava com dinheiro. Tem uns doido aí que fala Thompson, por exemplo, ele fala que o o a pessoa se motiva com dinheiro, tá? Eu decorei o nome dele porque eu falei: "Cara, é um doido que fala que não fala que é outra coisa, né? Ele falou que é dinheiro mesmo." Mas enfim, isso é lá da teoria científica, tá? E aí, nesse caso, o que que a gente fica aqui? A gente vai ficar lá na relação simplista, beleza? O rap é do Men, viajou agora. Tudo MC, é tudo rap. Aí, olha só, outra questãozinha. No passado, em plena era industrial, o conceito de organização manteve-se ao longo do tempo como um conjunto integrado e articulado de recursos utilizados para se alcançar e objetivos organizacionais. O mundo mudou, os negócios também e muitas organizações ficaram para trás nesse processo. Nessa corrida e transformação contínua e progressiva. Na administração pública não é diferente. Ah, cadê? Cadê? Existe hoje expressiva e urgente necessidade de se buscar talentos e estimular competências humanas, certo? Assim, o mundo, no mundo moderno, a administração pública precisa equipar-se com talentos e competências para poder acompanhar a forte mudança e a rápida evolução. Sobre o Ah, caramba, rapaz, o cara encheu linguiça aqui para falar sobre recrutamento e seleção. Caramba, quanto tempo eu perdi. É assim mesmo. É assim mesmo. Deus me livre. No recrutamento interno, a organização oferece uma carreira de oportunidade de funcionário. Sim, porque se é funcionário já tá contratado, né? Eh, é funcionário já foi contratado. Então, interno. No recrutamento é uma atividade de atração, divulgação e comunicação. Portanto, atividade tipicamente positiva e e obstativa, ou seja, obstante, né? Não, gente, a gente tem ah o recrutamento interno e externo, tá? Divulgar, comunicar, OK? atividade de atração, atratividade, portanto, uma atividade tipicamente positiva e obstativa, ou seja, tipicamente é só isso, ou positiva ou obstante. Caramba, que trem doido aqui, pá. É doido demais. Enfim, mas o recrutamento é um processo de atração. Aí do recrutamento vem a seleção. Ele falou só recrutamento é de fato atração. Aí você tem o recrutamento interno, você tem o recrutamento externo. Aí do recrutamento externo você tem os tipos que você pode fazer. do interno, você também tem os tipos. Então, não é só uma atividade tipicamente positiva, obstativa e tal, como se fosse positivo e negativo, não. Gente, por exemplo, eh, quem trabalha na carreira de na carreira de relações exteriores, você tem a expatriação, você tem repatriação como exemplo de recrutamento interno. Aí é muita coisa, não é só negócio, ah, positivo, vistativo, pronto, acabou. Não, gente, é um processo. Você tem atração por meio de portais, eh, que mais? caçadores de talento, você tem ali processos, não é só tipicamente isso, não. É além disso. Aqui é como assim, eh eh isso é são os impactos, né, as consequências, né? A seleção busca preservar, enriquecer o capital intelectual da organização. Ó, a seleção que a pessoa certa no lugar certo, você vai vincular, tanto é que na avaliação desempenho, a gente pode precisar remanejar pessoas. Por quê? que a pessoa acerta no lugar errado. Aí a gente faz a gestão por competência, identifica onde que aquela competência pode ser adotada. A gente faz essa, ó, preservar, enriquecer. Seleção é porque já passou pelo recrutamento. Então você vai fazer a locação da pessoa e essa locação tem que ser de acordo com o perfil, por isso que vincula com a gestão por competências, né, que você vai tentar direcionar mantendo ou enriquecendo capital intelectual, que é de fato a pessoa certa no lugar certo. A um e a três estão corretas. A dois é porque não é tipicamente isso, né? Tem muito mais coisa desenvolvida, então ficou em três só. Olha aqui, olha aqui, olha aqui, ó os modelinho, ó os modelinhos que eu falei, eu falei que aparece os modelos, falei. Cadê vocês? Ali no bate-papo a atividade tipicamente positiva. É porque no o Emerson ali, né, não é tipicamente positiva. Ela vai trazer aspecto positivo, aspecto negativo, mas é um processo. Não é só tipicamente isso, não. Ela tem vantagem, desvantagem. Por exemplo, o recrutamento misto, ele é eh ele eu diria que ele é mais demorado ainda, né? Porque ele junta os dois. Então vai tendo essas características. Beleza? Obstativa ali é de obstruir. Ó, o Bruno, deixa, ué, nós apareceu aqui de moderação ou de obstruir, né? É como se fosse um negativo, né? De obstruir é positivo, de melhorar ou de barrar, né? Não, ele não é só isso. Ele é muito mais é processo, não é só isso, ó. Mas falando aqui, ó. Eita, rapaz, ó. Olha, olha, olha a questãozinha. Ele, ele trouxe aqui efeitualo. Trouxe efeitualo. É lá na enunciado, né? Que aquela coisa de de comunicar, trazer a generalidade, né? Mas eu ia falar o seguinte, ó. Ele traz escala gráfica. A escala gráfica é como se fosse evolução. Gráfico mesmo. A gente pode comparando ano a ano a as opções. A escolha forçada, a resposta tá lá. A professora tem margem de interpretação muito pouca. Você tem que escolher aquilo que melhor se adequa. Tá bom? Eh, que mais? Incidente crítico, extremos, positivo e negativo. 360 g que dá uma trabalheira, rapaz, mas envolve o usuário externo, tá? Então, 360º envolve usuário externo, interno e tudo mais. E observação direta. Observação direto, ó, carachato, tá? Tô lá olhando, verificando tudo mais. Eh, comparação de pares também tem, tem outros métodos, tá? Então aqui, ó, ao selecionar o método de avaliação desempenho crucial que o gestor considere os riscos do benefício de cada modelo e a escolha aquele mais alinhado com os objetivos da da organização, caso ela busque reduzir o efeito alo, o efeito alo aquela generalidade ali por fatos ali que aconteceram, então você acaba generalizando e aí levando até para para todos os pontos, né? Então isso não é legal. Para você sair de uma subjetividade, aí você vai para aquilo que já tem um padrão escrito. Qual é o que tem o padrão escrito? Ah, escala gráfica. Eita, será, velho? Olha lá. Ainda bem que a gente tá fazendo isso agora, né? Ainda bem que a gente tá fazendo isso agora, porque a escala gráfica, Eita! É, mas vamos lá. Ele quer reduzir o efeito alo, que é a generalidade. Mas olha o finalzinho ainda que ele falou, hein? Olha o finalzinho sobre múltiplas perspectivas. Sobre múltiplas perspectivas. Vou dar tempo, hein? Quem quer trocar de resposta? Quem quer trocar de resposta? Já tô com Já tô com dedo nela. Tô com dedo nela aqui. Vocês não estão vendo? Eu tô com dedinho nela aqui. Quem quer trocar? Ah, Tatiana. Tatiana gabaritou ali, ó. 360º sobre Bruno. Ó, caiu no peguinha. Bruno caiu no peguinha. Caiu no peguinha. Tá entrar. E aê? Não, não, não. Vamos lá de novo. Vamos lá de novo. Ó, cadê as palavrinha mágica? Você quer reduzir o efeito? Esse é o fator contaminante, porque você quer aquele que elimina elimina sua objetividade, né? E assegurar uma análise sobre múltiplas múltiplas perspectivas. Que que eu falei? Tem cliente, tem os coleguin trabalho, chefe, subordinado. Não é interessante subordinado avaliar superior, tá? Mas tem os coleguinhos pares, tá? Aí você tem as outras unidades que relaciona, ah, a galera tá trocando de letrinha, gostei. Múltiplas perspectivas. Exatamente. O efeito al é o contaminante da questão, porque quando coloca assim efeito ou efeito a gente a pensa naquele que a resposta tá pronta, que de fato a escolha forçada, o o objetivo dela é sair da subjetividade. Mas o 360º a gente tem uma análise ampla. Olha lá que bonito. É, por hoje já deu de estudar. Não, Joel, fica aí. Vamos ficar aí no nosso tema, ó. 360º, viu, gente? 360 por causa das múltiplas perspectivas, mas a escolha forçada eles colocam ali bem no início, inclusive, eh, fiquei surpreso que não foi a letra A. Por quê? Porque às vezes coloca, a gente contamina na nossa mente vem assim, efeituá-lo, subjetividade, escolha forçada. Bum! Mas esqueceu de ler o resto. Cuidado, hein? Cuidado. Muita atenção na provinha. FGV é o capiroto dos Oi Vermelho, rapaz. Capiroto usou dos o vermelho. Ativei meu marca-texto aqui. Vamos lá. A gestão por competência. A gestão por competência agora é aquela das competências, né? Ó. É, foi isso mesmo, Jéssica. Ó, tem, né? Não é nem estudar mais a respeito, Jéssica. O, o vai é é para pegar, é, é peguinha, é peguinha, tá? O efeito alo é a tendência de generalizar os demais. O efeito orn fatores recentes. Aí você contamina pelos fatores recentes o todo. O efeito alo é como se fosse assim, ó. Você generaliza a avaliação por por algumas características. Então você ou para lado positivo ou negativo, tudo é de uma forma só, né? Aí o efeito ORN você também contamina. Os dois são generalizações a partir de fatores ali para o todo, né? Mas aí tem o tanto positivo, negativo, mas de forma geral efeito aula, efeito orn é essa questão de generalização, beleza? E a a escala a escala gráfica, não, a escolha forçada, ela é uma forma de eliminar. A gente sempre vê no livro isso, é aquela para eliminar a subjetividade, mas tem que ler até o final lá que é a múltipla, né? Beleza? Tudo é ruim, tudo é bom. É, é essa é a generalização. Exatamente. Eh, que mais? Que mais? Que mais? A gente tem aqui, ó, gestão por competência. fomenta abragentes que engajam todos os níveis da organização com objetivo de alcançar produtividade e efetividade de maneira sustentável. Sinal opção que apresenta o indicador associado a competência de autodesenvolvimento. O cara vai se autodesenvolver, tá? Então tem que olhar para ele, pro indivíduo. É pro indivíduo, tá? Organiza suas atividades, administra os recursos disponíveis com eficácia. Beleza? Se ele organizou suas atividades, mas administrou os recursos ali, concilia conflito entre pessoas e grupos por meio do diálogo. Tá resolvendo problema dos outros, dos outros. Distingue e prioriza o que é importante e urgente. Tá tarefas ali. Analisa e avalia fontes confiáveis e busca informações que favoreça a realização das suas atribuições. Das suas atribuições. Legal, hein? Aí daqui a pouco é eficaz resolução de conflito com os membros da equipe, mantendo o vínculo de confiança entre todos. Aí aí tu fica assim, né? E professor, fiquei com dúvida. Vamos lá. Vamos lá, gente. Se o cara resolve conflito, letra B, ele também resolve conflito na letra E. Então, B e E no A, tá? organiza a sua atividade, administra o recurso disponível, distingue e prioriza o que é importante, que aí administrar recurso disponível, tudo com eficácia, deu certo. Então ele conseguiu distinguir ali, fazer tudo. Então ele consegue. A letra A tem um pedacinho na letra C, ela como se fosse se complementando. Mas se ele quer se auto se autodesenvolver, eu tenho que preocupar comigo. Comigo. Então nesse caso, qual que é o que ele foca nele mesmo? suas atribuições. Letra D de dado. Beleza? D de doido aí, ó. De doidinho aqui. Vamos lá. Eh, dentre as teorias da liderança, mais conhecida é liderança transformacional. Tranformacional. Vai transformar as pessoas, vai desenvolver elas em longo prazo. Ó, a dúvida entre a letra A e a letra B e a D. Eita, p agora, Leonardo, vamos lá, ó. Tem que ser aquela que ali é autodesenvolvimento, é para ele, tem que ser pra própria pessoa. Mas de fato dá para gerar essa dúvida na letra A. Deixa eu voltar lá. Cadê a letra A? Porque ele organiza suas atividades. Aí aqui, até aqui, ó, até aqui é autodesenvolvimento, mas aí depois Z administra rec disponível. Ou seja, esse aqui ele traz uma abertura. Aí o outro distingue e prioriza o que é importante e urgente. Para quem? Para quem? Agora esse daqui, ó, sua atribuição. Beleza, professor? O efeito é o mesmo que a racionalidade limitada. Eh, são duas coisas diferentes. Eh, são duas coisas distintas. Eh, vamos lá. O que que é a racionalidade? Negra assim. Que que é a racionalidade limitada? Essa essa expressão a gente usa em processo decisório, que eu tenho processo racional, processo decisório racional, bem passo a passo. Vou pegar todas as informações, tudo. Esse processo é completo, ele é completo, mas gente, é impossível eu ter todas as informações, principalmente nos dias atuais. Aí o que que acontece? A gente simplifica o processo com o que tem. Então, é a decisão satisfatória, ela satisfaz naquele contexto ali. Então, ela não é a decisão ótima. A decisão ótima é o processo racional. Perfeito. A racionalidade limitada é uma decisão satisfatória. Satisfez ali. Então, nesse contexto é que a gente tem essa expressão racionalidade limitada. Então, você pega o que é satisfatório e o efeito é aquela generalização. Beleza? E o pessoal falando aqui, ó, que eu já respondi é porque transacional ele faz acordo. Será que é essa aqui que eu já respondi? E transformacional ele transforma pessoas. Transforma pessoas. Então, nesse conteúdo aqui, ele quer a diferença, né? Ele vai querer a diferença. Ó, liderança transformacional, transformar. Aí ele taca ali um contingencial no meio, porque a gente tem a questão da liderança contingencial que é adaptar, né? Aí busca inspirar, motivar. Não, isso é trans. Aí ele troca, mas coloca recompensa ali. Recompensa não, transformar. Fechou com inspirar, né? Não, ele ele inverteu. Não, desculpa, tá invertido aqui, ó. Ele tá invertido, ó. E tem um enquanto aqui. Não tinha visto o enquanto, ó. Transformacional, recompensa. Tranverteu, inverteu. E eu fiquei com ênfase na na contingência ali. Transformacional enfatiza o desempenho baseado em regras. Contrato. Contrato é acordo, gente. Acordo. Liderança transformacional concentra-se em em promover o enganjamento emocional, crescimento dos colaboradores, enquanto a transação vai priorar a execução e ficar as tarefa por meio de recompensa e sanções. Caiu o acordo. Letra C. A liderança transacional baseada na habilidade carismática. Ah, carisma. Liderança transformacional contra río, autocrático, carismático. Não. Transformacional mais eficaz em cenários de estabilidade. Gente, transformacional ele é para desenvolvimento e a transacional ideal para situações de mudança. É oposto aqui também, tá? a transformação quando a gente quer inovação, tudo, mas naquilo que já é tudo beiabá, a gente faz transações ali acordo mais tranquilo. Então ali também invertido. Letra C aqui. Aí alguém tinha perguntado, vamos ver se a gente se vira nos 30 aqui, rapaz. Meu tempo acabou, mas não acabou não. Vou ficar aqui um pouquinho mais com vocês, tá? Vamos lá. Projeto. Eita lasqueira, hein? Projeto esforço temporada com início mim meio meio e fim que gera resultado único, exclusivo temporá, né? Projeto é único, exclusivo temporal. Beleza. Ó o Isaac ali colaborando ainda, né? É porque tem um delay aqui. Quando sai o vídeo, eu já tô na outra coisa aqui. É, traz colaborador para você pela emoção. Au, o transformar é transformar, desenvolver, recompensa. É só lembrar transação, transformação. Bem bacana, ó. Na hierarquia aqui, tá? Na hierarquia portfólio. Portfólio é um conjunto de projetos e ou programas não necessariamente relacionados. Programa é um conjunto de projetos coordenados e também relacionados que são afins, tá? Às vezes cai essa essas coisinhas e o ciclo, né? Início, planejamento, execução, monitoramento, controle e encerramento. Tá bom? Então, ciclo de vida de um projeto. Beleza? Que mais? Áreas de de gerenciamento. Meu Deus do céu, rapaz. Professor, hoje eu falei disso aqui, eu falei a pessoa falando assim para mim, né? Nossa, aprender AF é difícil. Eu falei, não, aprender AF é tranquilo, aprender AF até que é de boa, né? Você pega ali orçamento, planejamento que tem a parte contábil, tá? É legal. Agora vai aprender projeto que trabalha com 10 áreas de conhecimento, mau projeto, se são 11 disciplinas, uma numa só. Vai ter que aprender projeto e vai ter que gerenciar 10 áreas de conhecimento. Ainda bem que o ST facilitou. Então, nesse caso, ainda tem ágil, né? Ainda tem ágil, mas a gente tem ali gerência de integração, gerência do gerente, né? Ah, escopo, tempo e custo não tem execução, só tem planejamento, monitoramento, controle, lembrar disso. O escopo é integração, termos de abertura do projeto, tempo é o cronograma, custo, orçamento, são as principais entregas ali, né? Então, qualidade, aspecto quantitativo, qualitativo ali, riscos também, né? Então, risco, tem gestão de risco, então ficar bem antenado mesmo, bem antenado. Ágil, ágil, gente, eu gosto do Scrom, tá? Então, já falo logo, eu tenho uma expertise ali no Scrom porque eu tenho o livro do Scrom, né? Então eu acabo tendo mais facilidade. Então vem o producter, né, que é o o dono ali do negócio, o School Master, aquele que entende, né, você tem um team ah, o time ali, o team, né, aí tem a reunião, ah, as reuniões diárias em pé também, sprint backlog, product, os eventos são os sprints reuniões. Então são termos muito muito comuns ali para projetos ágeis. Então, por exemplo, ó, eu tenho lá o Camban. Aí do camb que tá para fazer, eu coloco fazer, o que que já foi concluído, aí coloco em retrospectiva. Então vai trazendo esses termos, né? Sprint backlog, qual como é que vai ser o sprint do seu backlog? Você coloca em sprint, você coloca em ação, mas como é que vai ser o planejamento, as prioridades, a duração? Então você vai trazendo tudo isso daí. Perfeito. Ah, e são termos aqui, ó, que você vai ter que lembrar lá. O cascata que é o linear ou preditivo. Esse daqui é o painbock, tá? Esse aqui é pain até sexta edição. É ágil, adaptativo. Isso aqui é o guia do Scrom, por exemplo. Perfeito. Então vai alinhando aí, ó. Beleza? Ó, não fala palavrão não, rapaz. Joel falando palavrão. AFA matéria mais legal, rapaz. Mais legal. Beleza, brincadeira, né? Mas beleza. Ó, vamos lá pegar questãozinhas, ó. Gestão de projetos é o processo de tomar e implementar decisões para escolher, planejar, executar e controlar e encerrar o projeto, né? Fazer o ciclo de vida ali todo, né? Os métodos preditivos, gente, preditivo é painbock, tá? Preditivo, só pensar no pbox, sexta edição. Ah, professor, e a sétima, a sétima deu d deu uma flexibilizada ali e ainda lançaram o guiagil do do PMAI, né? Mas é praticamente isso, tenta pensar ali num guia de referência. Eh, então vamos lá. Os métodos preditivos de gestão de projeto são caracterizados por flexibilidade. É doido. É doido flexibilidade, rapaz. Não é flexível. Flexibilidade é ágil. Foco exclusivo na interação constante com os stake durante toda a fase. Isso é ágil que tem lá a interação. Uso predominante em áreas modernas de aplicação como tecnologia da informação e startup. Rapaz, o manifesto ágil veio da área da TI. Esses dois dá lá, esses doidos fizeram manifesto para falar, vamos fazer um negócio aqui integrando com o cliente, tal, tal, tal, essa coisa ágil, rapaz. Planejamento completo, detalhado de todos os entregáveis antes do início da execução. Isso é a minha cara. Eu planejo tudo ali direitinho. Antes de fazer, eu já vou planejando tudo. Sou doido pro planejamento. Preditivo, tá? Falou preditivo lendo professor. Preditivo, professor, planeja todo metódicozinho ali, tudo certinho. E letra e abordagem que permite iniciar a execução de um projeto sem escopo. É doido, rapaz. No preditivo, no preditivo tu não tem escopo. Você tem escopo do projeto, escopo do produto, escopo não escopo, você tem mais palavra escope do que tu imagina. É doido, rapaz. Então aqui a gente fica lá com letra D de dado porque todo detalhadinho, todo bonitinho. O escopo do projeto eh define claramente o que precisa ser feito, abrangendo todo o trabalho necessário para produzir das entregas previstas, né? atender os requisitos ou critérios ali de aceitação, satisfazer o cliente assegurando o alcance dos objetivos estabelecidos para o projeto. A assinale opção que apresenta corretamente o que são considerados exigências do cliente. Ol, olha só, a pá, o cara joga lá o escopo do projeto e taca a exigência, que é uma das etapas que a gente vai ter que ver mesmo, tá? Sem escopo não tem projeto. Exatamente, João. Esse não tem projeto. Como eu falou minha minha língua ali, sem escopo não tem projeto. Você vai fazer o quê? Não sei. Então não vai fazer, uai. Não sabe o que que vai fazer, então para que que vai fazer? É como aquela coisa, né? Se eu não sei o que que eu vou fazer, qualquer coisa que eu fizer, tá faz tá tá válido, né? Vamos lá, gente. Ele quer exigência. Tá vendo que a FGV ela, ela ela tem essa essa artimanha dela? Ela começa com escopo, tua cabeça ficando no escopo, ele pergunta lá que que é a exigência do cliente? Eita lá esqueira paz. Isso aqui é um dos processinhos lá da gerência do escopo, tá? A gente tem de fato isso daí. Preferência estética, como cor, formato produto. Ah, professor, mas é porque o cliente ele quer o negócio colorido, tamanhozinho e tal. Tô falando de projeto, tá? Não, de produto, mas projeto, projeto, mas tudo bem, tudo bem. Mas vamos a outro, ó. Preferência apenas aos prazos, apenas já é limitador, né? O custo acordado. As especificações funcionais, operacional, desempenho, que o produto final, os demais entreges deve satisfazer. Requisito interno da equipe, rapaz. É do cliente, meu filho. É do cliente, não é da equipe, não. Sugestão genérica, rapaz. Se o se o cliente chega aqui e fala genérico, qualquer coisa tá valendo. Então não é genérico, é específico, tá bom? Então é uma questãozinha que eu vou ter que eliminar a letra A, professor, mas o cliente ele pediu na cor tal, no formato tal, porque é específico para o produto tal. Gente, olha só, entre a letra A e a letra C, você ficaria com qual? Fala a verdade, você ficaria com qual? Porque a letra B eu eliminei por causa do apenas, né? Deixa eu até riscar aqui, ó. Ih, rapaz. Ih, respondi direto. Ih, rapaz. Aqui tem um apenas, tá? Aqui o cara joga equipe, aqui joga genérica. Aí eu já respondi, né, professor? Tu já respondeu. Tu clicou aí, já respondeu, né? Mas é sério. Tu ficaria com qual? Funcional, operacional, desempenho do produto das demais entregas ou da estética do produto. Entendeu? É, é como fou assim, é por eliminação. Letra A, eliminação, tá? Vamos lá. Questão próxima. Agora não sei nem que número é. Você está gerenciando um projeto para realização de uma exposição itinerante de um artista plástico internacional que percorrerá a capital de alguns estados da federação. No momento, você está conduzindo o processo de criar a IAP. Para tal, você reuniu a equipe e passou a seguinte informação a respeito da IAP. É uma estrutura de decomposição do projeto em responsabilidades entrega a partir dos quais se define as fases do trabalho. Hum. Como é que é, rapaz? Eh, eh, a gente consegue fazer, mas vamos ver outra. é uma estrutura de decomposição do trabalho do projeto. Eh, ah, ele pegou aqui do projeto, do trabalho do projeto dividido nas fases planejar, organizar, divulgar. É doido. É uma decomposição hierárquica do escopo total do trabalho a ser executado pela equipe do projeto, a fim de atingir o objetivo do projeto, criar entregas. São os pacotes, né? Trata-se de mais uma operação do que um simples projeto. Posso se tratar de uma exposição itinerante? Aí nada a ver, rapaz, que acho que pegou pr enunciado. É a fermenta usada para decompor de forma analítica o trabalho do projeto de forma a obter seu cronograma, não tá? Cronograma não é é escope, tá? É aquela coisa, né? Olha lá, decomposição do projeto em responsabilidade entrega. Aí eu estaria fazendo a matriz de responsabilidade. Eh, é uma estrutura decomposição do trabalho do projeto dividido na fase, não é fase, é entregas. uma decomposição hierárquica do escopo total do trabalho, que o escopo total seria o produto. Aí a gente vai decompondo em entregas, aí tem a subentrega e o pacote de trabalho pela equipe do projeto, a fim de atingir o objetivo e criar entregas, que é o pacote de trabalho. Pacote de trabalho, letra, letra C, que é a essas entregas aqui são os pacotes. Que coisa, hein, rapaz? É, vamos lá. Vamos pegar mais uma aqui que ainda dá tempo. Dá tempinho, tá quase acabando. No PBOX séa edição, estabelecido domínio desempenho projeto em substituição as áreas de conhecimento. Acenar afirmativo que é alinhada com PBOX 7 colabora com a gestão eficaz de projeto aí. Introduza a separação de diferenciação em padrão antes e o guia. Não, não traz não, viu? Tem integração, inclusive projeto aí integra. Apresenta 12 princípios, sim. Eh, de projetos, oito domínios, sim, de desempenho do projeto que são essenciais para entrega. Sim. E inaugura a referência do ágil? Não, ele não inaugura o ágil. Tanto é que na sexta edição a gente já tinha ali o taoring, que é adaptação. Então, desde a sexta já tinha ali uma integraçãozinha com ágil. E o Scrom já é já tem mais tempo também. Elenca 10 domínios. Não, não é 10 não. Eh, a área de domínio são oito. Desempenho representa um grupo relacionado essencial. evolução representa uma mudança no padrão baseado. Não é mudança, ele integra na é integrar com o anterior, tá? Eh, e lembrar sempre disso, o sétimo ele é integrado com sexta, tá? É porque o sétimo é área de domínio e princípios e o a sexta são os processos. Então é integrado, ele não tem mudança. Não tem mudança. Integração. Eh, então ficando lá na letra B. 12 princípios, oito domínios. Show de bola. Vamos pegar mais uma. Dá tempo. Vamos, vamos fazer aqui rapidinho. Processo. Processo é um conjunto de atividade relacionada transformando em soma e resultado. Gestão por processo romir funcionais, né? Porque a gente quer uma coisa mais horizontalizada. Então é uma coisa ali ultrapassando a organização. Eh, que mais? Visão horizontal, integração das atividades, foco em valor. Professor, na dúvida, faz sentido escolher a resposta mais extensa naquela em que a questão eh que a compreensão seja mais difícil? Podemos usar como truque de chute. Ah, o Jorge já tá no automático ali. Escope não cronogram. Ah, beleza. Eh, então chutar na na FGV a a mais extensa, a mais curta, cara, eu não iria por aí não. Não iria por aí não, porque muitas vezes a extensa ela te cansa mais com mais peguinhas e às vezes a a curta. É, é. Não é não seria assim não, viu, Jéssica? Eu iria por eliminação e aquilo que tem redundância. Redundância, aquelas questões que estão praticamente semelhantes ali, muito repetitivas, elas praticamente falam mesma coisa, só que de forma diferente. Então, para chute eu vou eliminar o máximo. Ah, professor, mas sempre fica duas, né? Aí tem que levar moeda, jogar na cara coroa. Não, não deixa levar a moeda, né? Aí, enfim, mas brincadeira. Eh, tenta eliminando. Aí, se ficar duas, tenta ver o que que difere de fato uma da outra. Seria, eu iria. Múltipla escolha. É muito isso, não teria ali um chute propriamente. Vamos lá, processo então. Visão horizontal. Beleza. Deixa eu ver aqui que mais. Ai, travou meu trem. Ah, não travou não. Eh, a gente tem o mapeamento de processos, tá? A gente usa o BPMN 2.0. A FGV adora o BPMN 2.0. Eu tive, eu fiz algumas aulas, cara, não vou saber qual agora, mas tem o link do Bitl Bitl/ Prof. Fibrunedu, BPM, BPM, um negócio assim, pô, não vou lembrar de cabeça agora, mas tenta pegar na internet BPMN 2.0 português PDF, coloca isso daí, tá? Eh, por quê? Porque a FGV adora colocar os termos do BPMN2. Então, fica atento com isso aí. CPOC, né, que é o supply insum eh, insumo de produção, output, que é o produto, custom, que é o cliente, né, supply, fornecedor, cadeia de valor de micoporter, é daqui que vem processo finalístico e apoio, tá? Finalístico e apoio. Então, sempre lembrar dos processos de apoio, processos fins, beleza? Eh, ferramentas esticar causa efeito, só lembrar do 6M, Pareto, importância, né? 2080 8020 GT. Eh, que mais? Melhoria contínua SI sigma, né? 3 V e quatro possibilidades de erro. Então, lembrar dessa expressão também, redução radical de erro, PDCA, melhoria contínua. Então, sempre atentos ali. Ah, a FGV, ela gosta de explorar gráfico, tá? Ela gosta de explorar gráfico. Joel, exatamente, ó, finalístico, primário, eh, apoio, suporte. Algumas bancas gostam de chamar secundário e gerencial gerência. Então, lembrar dos três e sempre gerencial gerência, medir ali e resultados, medir ali eficácos processos. Aqui ganho, né, com redução de custo, análise preditiva, que é planejada, a gente já falou um pouquinho no projeto, automação, uso de a, viu? Uso de a é diferente da automação, tá? A automação a gente era parametrização dos processos, então gera uma rotina. A Iá ela pensa, né? Ia generativa, então ela vai aprendendo com as informações, mas também faz. Ela consegue ter automação de algumas funções também. Eh, que mais aqui só para brincar um pouquinho, porque nosso horário já meio que passou ali, mas vamos lá. Modelagem de processo negócio também conhecido como Business Process Mod. Eh, uma metodologia que representa processo de uma empresa com relação ao BPMN e analise os itens, depois ele quer o correto. Beleza? Então, então vamos ver. Eh, é uma metodologia voltada para administrar todo o ciclo de vida do processo, desde a concepção, modelagem, simulação, passando pela execução e alcançando monitoramento, controle, set. Então, BPM é de fato isso, né? Eh, o propósito da modelagem criar uma representação parcial. Não, gente, ó, modelagem. Modelagem, modelo que eu tenho diagrama, mapa, modelo. Modelo é preciso, preciso. Mapa intermediário, diagrama rascunhão, mas modelo ele é preciso, completo. Perfeito. Então, se eu tô falando de modelagem, não tem nada de parcial, é completo. O principal orientador do BPM é o guia corpo comum de conhecimento em gerenciamento de processo de negócio, que é o BPM, Cebo Business, process of knowledge. É, em inglês, tá? Tabajara. Mas vamos lá. Um e três, correto? A dois não, porque ele jogou aqui, ó, parcial, tá? Jogou parcial, então não tem como ser parcial. Então a dois você elimina. Modelagem de processo de negócio é uma prática essencial para compreender, aprimorar as opções, né? Ele fala esis. Asis é o processo atual, to be é o processo que vai ser melhorado futuro, né, do processo. É desempenho um papel fundamental, OK? Permitindo análise detalhada, identificação, oportunidade. Principal objetivo do ESIS. é fazer análise do processo atual, monitoramento contínuo, não analisar indicador de desempenho do processo, identificar falhas ineficiências do processo. Ó, ainda colocou um atual aqui para ajudar, hein? Futura to be, implementar melhorias. Ó, já tô no processo to be. O esis é o processo atual. No processo atual, a gente faz o quê? A gente faz a modelagem, né? Mapeamento, que a seria modelagem. Então a gente faz mapeamento e análise. E análise. Aí depois que eu for já para propor desenho, já é to be. Então mapear e analisar é isso. Isso é identificar a falha ineficiência do processo atual por meio da do mapear e analisar. Aí é análise que identifica a falha. Perfeito. E não confundir também análise com mapear. Mapear é só compreender que que é feito. Analisar que identifica isso aqui, tá? Analisar que identifica. Então letra C aqui. Beleza. Show de bola. Show de bola, gente. Meu tempo, caramba, passou para danar ali. Passou, mas que passou bonito ali. Eu vou avançar aqui rapidinho porque, infelizmente, deixa eu ver aqui. Aí vai ter mais coisa. A gente já extrapolou meu tempinho. Tô extrapulando aqui já uns 20 minutinhos. Tubi futuro. Exatamente. Modelagem, análise. Resolve os gaps. Ó, cuidado com resolve. E faz o to be. Identifica. Eh, cuidado, Joel, porque eu vou é só a palavrinha do resolve. É porque o resolve ele vai ele vai pro pro TBI já, porque a gente já vai propor resolver os problemas. Eu já tô no Tubi. O Azis, ele identifica os problemas, então sempre cuidado com esse detalhezinho assim. É besta. É besta. Talvez fala: "Ah, professor, tá muito no preciosismo ali". Mas é porque é um detalhezinho que pode fazer uma diferença lá na hora da prova, tá? Então, só cuidado assim, não. Beleza. É porque eu bati o olho, eu falei: "Eita, caramba". É porque eh são duas coisas que vocês têm que ficar muito antenado, tá? Modelagem é o gráfico preciso, por isso que é um dos primeira um dos primeiros capítulos do do guia, né? Quando a gente aprende a noção geral, aí vem já pra modelagem que a gente aprende o modelo. O BPMO não trem o BPMN 2.0, mas ele fala do BPMN. O BPMN 2.0 eu tenho, cara. É porque era para ter colocado, mas eu tenho, eu sempre gosto de disponibilizar ele. Eh, ele traz pra gente os ícones, toda a compreensão. A FGV, para quem ainda quer pegar ali um como é que se diz, um detalhezinho a masa ainda essa semana, cara, tenta, se vocês não acharem, se vocês não acharem, me manda mensagem, manda alguma coisa, vai no meu canal do YouTube, vai no Instagram, eu vou tentar colocar isso ainda nessa semana. no Instagram, no YouTube, alguma coisa lá, porque a FGV adora pegar o conceito exato do que tá na nesse gráfico, nessa nessa folha, então ela gosta de cobrar, então é importante você tá anada ali, pelo menos fazer uma revisãozinha básica ali dos principais, tá? Então sempre essa questãozinha. Perfeito. Eu vou ver se eu consigo. Pô, o Joel ali, 3 anos, meu aluno de cursinho pós do grama, pô, show de bola. Então, já já tá aqui junto com a gente muito tempo. Bacana. Eh, Renivan ali, obrigado, valeu mesmo. Eh, e top pena que acabou. É, pessoal, porque agora ainda tem que para, quer dizer, ainda antes de chegar em casa, ainda vou abastecer o carro, né? Ainda tenho que colocar os meninos para dormir. Eh, aulinha de afo, cara, tem tempo que eu não pego afo, viu, Joel? Tem tempo que eu não dou aula de afo. Na verdade, eu eu peguei esses dias eh eu peguei um livro do Jacomoni esses dias para poder ler. Eu falei: "Caramba, como é que tá a o afo, né, rapaz?" Tem um as coisas. Ela é interessante ali pegando manual técnico de orçamento. Tem, mas tem tempo que eu não pego o AFO, viu? Eh, agora até para para compartilhar ali com vocês coisas a mais, né? Eu troquei de área de de auditoria. Eu agora eu tô auditando a a parte de gestão de pessoas, cara. Aí a minha minha cabeça tá tá dando nó agora que eu tava auditando governança de gestão, agora tô auditando gestão de pessoas. Então tô entrando na legislação, cara. E e enfim, né? a cabeça vai ficando a 1000 por hora, mas valeu, gente. Muito obrigado. Valeu mesmo. Eh, amanhã cedo, amanhã cedo a gente vai ter o bloco sete, viu? Então, amanhã de manhã, para quem tá tiver ali disponibilidade, depois pode poder assistir à noite também, amanhã a gente vai est falando bloco S, eixo um, que é a parte da administração também. Então é quase a mesma coisa, tem alguns itens diferentes. Então a gente vai tá amanhã cedo, 10 horas amanhã, então só tá antenada aqui no nosso canal no YouTube mesk do gran e de manhã e de manhã eu ainda vou dar mais outro bizu. Tô preparando material que eu vou gravar inovação. Tanto é que o meu livro chegou tem umas duas semanas. Eu falei: "Cara, já que o livro chegou, já vou fazer a aula de inovação." Então, 8:30, de 8:30, 8:15 ali, mais ou menos 8:30 até às 10 eu vou gravar pra administração pública, tá? É matriz, eu vou est gravando inovação na administração pública, então quem ainda quer revisar, porque tem gente que tem inovação, né? Que for revisar paraa inovação, vai ter aula aula mesmo, tá? É matriz e 10 horas a live aqui pro senor, beleza? Show de bola. Então gente, ó, agradeço aqui a participação de todos. Indicar um livro paraa administração iniciante. Vixe, Gavenato. Ó, Jogavenato, mas se eu pegar a administração, cara, tem. É sério. Depois eu vou tirar uma foto e vou publicar na no Instagram. Se eu pegar ali instante que que eu trouxe, saí do, tirei a lá de casa, trouxe para cá. Cara, tem tá cheio de livro ali, ainda tem uns livros escondido ali. Eh, eu devo ter um monte de livro só de administração geral, mas o Guavenato acaba sendo a referência principal. Beleza? Eh, muito obrigado então para vocês. Bom descanso. Obrigado. Ah, que isso? Estamos aí junto. Estamos junto aí na na aprovação. E ainda faço o convite para vocês no meu canal do YouTube, tá com programação diária de resolução de exercícios, tá? Então, amanhã ainda tem, vai ter até quinta-feira, tá? tá com programação diária. Quem não me tem ainda no YouTube, eh, o perfil mesmo, @profbrunoeduardo, para todas as redes sociais, só o ex que é profbrunedô, porque o nome é curto, né? Mas @profbruneduo para todas as redes sociais, esse é o meu padrão. E aí vocês podem me adicionar também no YouTube que tá sendo programação diária. Ah, tem gente aqui que tá assistindo, então já tava tá acompanhando ali. Bacana, principalmente cálculo, gestão de projetos. Eu fiz cálculo lá, tá? Então tem muita coisa e os íconezinhos também. Eh, que mais? Amanhã a gente vai ter de manhã mais outra semana decisiva e no sábado a gente vai estar junto na revisão de véspera e domingo pós-pra prova. Beleza? Agora sim. Agora sim. Vou encerrando. Boa noite para todo mundo e a gente se encontra aí no decorrer da semana. Valeu, pessoal e tchau, tchau para vocês. Valeu, [Música] [Música]

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